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Coexistência é conectar o WhatsApp do qual a pessoa já trabalha, para que a Trama leia e guarde o que se fala ali. Ninguém troca de número nem de aplicativo: o vendedor continua vendendo do telefone de sempre, e o quadro se preenche sozinho com o que acontece nessas conversas. É o que torna possível o rastreamento de vendedores e a atualização automática do status. Disponível nos planos Pro e Business.
O agente não responde ali. Em um número em coexistência quem fala é uma pessoa, e a Trama só observa e registra. Quem responde sozinho é o Agente de Consultas, e ele vive no número da sua agência, não no do vendedor.

O que é guardado

Das conversas individuais desse telefone:
  • O texto de cada mensagem, com data, direção e se a pessoa escreveu do telefone ou se saiu pela API.
  • As fotos, áudios, vídeos e documentos, que são copiados para o nosso armazenamento. Não são transcritos.
  • O telefone, o nome e a foto de perfil de cada interlocutor.
  • A lista de números com os quais esse WhatsApp teve contato.
  • Até 6 meses de histórico anterior à conexão: a Meta reenvia ao conectar.
Entram todas as conversas individuais, não só as de trabalho. A Trama não distingue um cliente de um familiar: entra tudo o que estiver nesse telefone. Por isso o aviso é lido e aceito pela pessoa dona do telefone, e ninguém pode aceitar por ela — nem o dono da conta.

O que não é guardado

Não é uma limitação da Trama: são as coisas que a Meta não compartilha por essa via.
Os anexos antigos não vêm. Passado certo tempo, a Meta entrega a mensagem, mas já não o arquivo. A janela que ela declara é de 14 dias, mas medimos um áudio de 8 dias que também não foi entregue: trate os 14 dias como um teto, não como uma garantia.Quanto isso pesa na prática: em um teste com 1.489 mensagens de histórico, 54 chegaram sem o arquivo — 3,7%. Na Trama cada mensagem diz se o arquivo chegou ou não, então um buraco se distingue de uma conversa que nunca existiu.

O que muda no telefone da pessoa

Ao ativar, a Meta desliga as mensagens temporárias e o “ver uma vez” em TODAS as conversas individuais desse telefone, e desliga as listas de transmissão. Os grupos e as chamadas continuam iguais.É uma mudança no aparelho de alguém: não controlamos, não dá para reverter pela Trama, e tem que estar claro antes de ativar, não depois.

Como se ativa

Pela seção Equipe → Membros, abrindo a ficha da pessoa. São dois caminhos, e a diferença não é cosmética: a tela da Meta pede permissão sobre a conta de WhatsApp de uma pessoa, então só essa pessoa pode aceitar.
A tela da Meta abre ali mesmo. Você lê o aviso, marca a caixa e conecta.A Meta mostra o próprio QR dentro do fluxo para parear o app do WhatsApp Business, então dá para fazer pelo computador.
O link do e-mail vale para quem o abrir. Quem abrir esse acesso conecta o próprio telefone no lugar da pessoa para quem ele foi enviado — já aconteceu, e o número errado substituiu o certo por horas.A regra, no positivo: cada pessoa abre o próprio acesso, do próprio telefone. Não reencaminhe e não abra você para ajudar. Se foi para o e-mail errado, descarte a ativação pela ficha do membro e comece de novo.
Enquanto o pedido não é aceito, a ficha mostra a ativação como Aguardando: ainda não há número, nada é capturado e nada é cobrado. Dali você pode reenviar ou descartar.

De quando é o que você vê

Não é lido ao vivo. Copiamos o que se fala em cada telefone a cada 15 minutos, então o mais recente pode demorar um pouco para aparecer. Em troca, o que foi copiado fica mesmo que o telefone seja desconectado depois. O primeiro backfill de um telefone recém-conectado leva cerca de um minuto e traz os 6 meses de histórico.

Quem vê

É o WhatsApp pessoal de uma pessoa, então o acesso não é herdado do cargo: é limitado de propósito.
Os Administradores não verem nenhum é uma decisão, não uma permissão esquecida. Hoje não existe o conceito de “equipe” dentro de uma agência: um Administrador administra a agência inteira, então dar essa tela a ele seria deixá-lo ler o WhatsApp pessoal de todos os colegas. O resto das permissões está em Cargos e permissões.
As conversas observadas são lidas em Equipe → Coexistência. Dali só se lê: não se responde do número de outra pessoa.

O que é cobrado

Um número em coexistência não consome um canal do seu plano: é contado à parte, no medidor dele, e é cobrado como adicional. E não conta duas vezes. Enquanto o telefone está em coexistência, ele deixa de ocupar uma vaga de Trama Agent no WhatsApp dos vendedores: é um único aparelho, e a pessoa continua recebendo avisos e falando com o Trama Agent por esse mesmo número. Os valores estão em trama.so/pricing, e o resto do que o seu plano conta está em Planos.

Como se dá baixa

Só a pessoa que tem o telefone, pelo WhatsApp Business dela: Configurações → Conta → Business Platform → Desconectar. Não há botão na Trama, e isso não é um esquecimento: a Meta não permite desconectar uma coexistência de fora do telefone, e um botão que não pode cumprir é pior do que nenhum botão.
A baixa nem sempre chega sozinha ao painel. Verificado: depois de desconectar pelo app, a Trama pode continuar mostrando o número como conectado por um bom tempo, mesmo que nada de novo entre. Está reportado ao provedor.Se você desconectou um telefone, avise o Dono da conta e escreva para o Suporte para que ele não continue figurando como conectado.
O que já foi guardado, fica. O número de WhatsApp Business é da agência, então o que foi falado ali é o registro comercial dela: continua existindo e continua sendo lido mesmo que o telefone seja desconectado ou a pessoa deixe de trabalhar lá. Como os dados de uma conta são apagados está em Privacidade e dados.